sábado, 20 de novembro de 2010

ONDE CONHECER UM LEÃO DE PERTO

Zoológico de Lujan – Argentina


No zoológico de Luján, pequena cidade no interior da Argentina, é possível ter contato direto com animais selvagens. Apesar de “selvagens” os animais são dóceis e podem ser tocados pelas pessoas.
Os entradas custam apenas 30 pesos argentinos (R$15,00 +/-). Deve valer a pena.
Resta saber se esta incluso nesse valor a interação com o bichos. Mas aparentemente sim.

Site oficial do zoológico de LUJÁN, aqui.

domingo, 14 de novembro de 2010

Leão do Zoo de Guarulhos

Animal, de 8 anos, foi apreendido leão Nero, de 8 anos, recém-chegado ao Zoo de Guarulhos, na Grande São Paulo, que passou por uma cirurgia de vasectomia no Hospital Veterinário da Universidade Guarulhos (UnG) no dia 11, passa bem, segundo o hospital.
A cirurgia de vasectomia começou por volta das 11 horas e durou cerca de uma hora e meia, de acordo com informações do hospital. Além da cirurgia, Nero passou por tratamento dentário, para cuidar dos dois dentes quebrados. Nero foi apreendido há cerca de um mês, em um circo onde sofria maus tratos, e encaminhado ao zoológico de Pomerode, em Santa Catarina, onde permaneceu até ser transferido para Guarulhos.
Segundo a veterinária do Zoo de Guarulhos, Cláudia Igayara, a vasectomia no animal será feita para atender uma recomendação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que proíbe que grandes felinos se reproduzam em cativeiro.
"Além de atender à recomendação do Ibama, a cirurgia irá trazer bem estar ao animal, pois ele dividirá a jaula com uma fêmea. Dessa forma, não precisaremos separar os animais", afirma Igayara. Uma equipe de veterinários da UnG será deslocada para o zoológico para ajudar na remoção do felino. A ação faz parte de um convênio que a Prefeitura Municipal de Guarulhos mantém com a Universidade para dar assistência e tratamento aos animais silvestres do Zoológico.
ido de circo de Santa Catarina há um mês por sofrer maus tratos

domingo, 7 de novembro de 2010

Robert Pattinson é mordido por um leão

Durante as filmagens de seu novo longa, Water for Elephants, Robert Pattinson teve o braço mordido por um leão. Felizmente, ele não se feriu - de acordo com o site Wenn, o animal não tinha mais dentes e estava apenas querendo ser amigável. Ossos do ofício: no filme, o ator interpreta um estudante de veterinária que larga tudo para cuidar dos bichos de um circo. ''Quase todos os dias eu trabalho com um animal exótico. É insano, como ser mordido por um leão sem dentes. Dizem: 'está tudo bem, ele faz isso o tempo todo''', declarou o galã.
Robert Pattinson é mordido por um leão

fonte: Revista Contigo

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

VIDA SOCIAL

Os leões são os únicos felinos que formam um grupo social. Os leões que vivem solitário, cerca de 15%, são quase todos velhos, feridos ou doentes.

Ao contrário de outras sociedades animais com hierarquias muito definidas, os leões e as leoas pertencentes a um mesmo grupo gozam dos mesmos direitos e asseguram a sua sobrevivência por fortes vínculos. As leoas vivem a maior parte da sua existência em perfeita harmonia com os seus companheiros. O predomínio dos machos, mais fortes, sobre as fêmeas, apenas se manifesta no momento da divisão das presas.
Os grupos se unem por vários anos. As mães e filhas passam, muitas vezes, toda vida juntas e num mesmo grupo. Já os machos não são membros permanentes dos grupos. Os jovens machos e, as vezes algumas fêmeas, quando atingem os 3 ou 4 anos de idade, são expulsos do grupo se não o abandonarem por livre vontade. A partir daí esses leões iniciam sua vida nômade e, essa migração contribui para manter o equilíbrio numérico do grupo em relação à quantidade disponível de presas.
Os jovens machos vão em busca de um novo grupo e, quando notam a fraqueza ou a velhice por parte dos machos, lutam para tomar-lhes o lugar. Quando ocorre essa substituição (que em média ocorre a cada dois ou três anos) o novo macho do grupo mata todos os filhotes do seu rival. As fêmeas não tem o que fazer e, logo após a morte de suas crias, entra novamente no cio e se deixa cobrir pelo macho dominador.
Os grupos, normalmente, se formam com 4 a 12 fêmeas aparentadas e uma dúzia de filhotes com idades cariadas e, por um grupo de 1 a 6 machos adultos do mesmo nível social, geralmente aparentados mas, sem crias dessas fêmeas.
Os machos defendem o território com uma vigilância permanente e, marcam esta área com os seus rugidos e com jatos de urina e, juntos, expulsam qualquer leão adulto que seja estranho ao grupo. As fêmeas caçam 80 a 90% das presas e divide com o grupo e com os machos que, por seu peso e juba são menos eficientes e participam pouco da caça. A divisão da presa obedece a lei do mais forte, o que explica por que razão os machos, em geral são os primeiros a comer.
A chefe do grupo é sempre a favorita do macho "rei", e mãe da maior parte dos outros membros do grupo. É ela que comanda a caça e, de certo modo, fornece comida para toda a família.